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terça-feira, 1 de março de 2011

The E! True Hollywood Story: Maria Lua


Maria Eduarda, 21 anos de análises e realizações pseudo-intelectuais. Penso o dia inteiro: na minha vida, na vida dos outros, nos meus problemas, nos problemas dos outros e, por fim, em como resolvê-los. Não faço isso de metida, mas sim porque eventualmente pedem, sou um para-raio para malucos e pessoas sem juízo nenhum.
Amo e não sou amada com mais freqüência que um macaco come bananas e meus relacionamentos são rápidos como o coito de um casal de coelhos. Não por culpa minha, sou uma boa namorada fora da TPM.
O meu maior problema em ser libriana é a indecisão que me acompanha nos momentos mais medíocres da vida.
Meu caráter foi formado pelo meus pais. Ele era militar da Aeronáutica, sargento, músico (in memoriam). Ela política, vereadora de uma cidade do interior, sociável, já aposentada. Ao contrário do que se pensa aprendi a ser sensível com meu pai e a ser forte com a minha mãe. Todas minhas atitudes são meticulosamente pensadas, coerentes – ainda mais depois de um heartbreaking que aconteceu há 3 anos, foi o Francisco Ferdinando da minha vida.
Estudo Direito, pretendo fazer pós-graduação em Processo Civil ou Direito de Família e, ainda, cursar Psicologia. Sou fã da Lucille Ball, aprendi a arte da expressão facial com ela. Amo cinema antigo, amo musicais, amo cantar, amo escrever, amo observar. Nunca fumei, nunca fiquei bêbada, nunca traí. Já menti. Alguns dizem que eu nunca vivi; outros dizem que sou a esperança da humanidade.
Não gosto de nenhuma das especulações, minha vida é mais interessante do que parece ser.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

E! True Hollywood Story: Tami Barker

Começarei da forma mais piegas que um blog pode ter, apresentando para a humanidade toda a confusão que sou e compartilho com as minhas amigas Fer e Dudinha:

Tamires, 21 anos drogados e prostituidos, ou algo assim. Muito rock nessa minha vida, muita encrenca, UM amor mal resolvido e MUITOS amores platônicos espalhados pelo mundo.
O meu maior problema de ser libriana é a indecisão que me acompanha, com o resto me dou bem.
Meu caráter foi formado por novelas mexicanas e comédias românticas, logo faço carão, sapateio, choro e falo que vou me matar em um segundo, além de acreditar que o bofe será eternamente meu e viveremos felizes para sempre ou até meu próximo porre inconsequente de vodka.

Ou seja, minha biografia poderia ser resumida e definida por uma música do Faichecleres indecente. imoral e sem vergonha.

Estudo moda, sou escraviária e só me fodo em todas as horas. Amo meu celular como se fosse um filho, e isso é doentio e patético, i know... Acontece que ele trás muitas recordações das noites bohêmias que vivo, além de ter posts criados no metrô durante a semana inteira para esse antro de problemas.

Enfim, vivo num eterno looping com pausas para ressacas.

That's all folks! kkk

xox