...momentos.
Tua hora de ter um momento, talvez não seja minha hora de ter um momento. Porém não se esqueça: momento é um pequeno espaço de tempo, é um instante, não uma eternidade.
Trois. Três. Três meninas. Três mulheres. Três estudantes. Três librianas que moram em três diferentes regiões de um país. Três mentes brilhantes que deixam seu brilhantismo de lado quando um par de calças aparece.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
sexta-feira, 22 de julho de 2011
O que eu digo sobre...
librianos.
Todos deveriam levar um belo de um chute na bunda. Bando de conquistadores baratos.
Os meninos claro. Nós meninas somos perfeitas.
Todos deveriam levar um belo de um chute na bunda. Bando de conquistadores baratos.
Os meninos claro. Nós meninas somos perfeitas.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Onomatopéias Pertubadas - Lembranças
Tu nunca vais entender. Nunca. Nem eu mesma entendo, mas não é por falta de vontade, acredita em mim.
Queria chegar na aula com um sorriso verdadeiro no rosto todos os dias. Não aguento mais fingir que não me importo, sendo que isso anda me enlouquecendo. Queria chegar, correr para os braços de alguém que me desse uma amizade, uma cumplicidade. Não quero mão boba, muito menos sexo. Quero carinho.
Que rufem os tambores! Vou contar um segredo: meu coração ainda pula, meus olhos ainda brilham. Pula de raiva, brilha com lágrimas. "Sai daqui infeliz, não te quero mais! Mas vamos ficar bem um com o outro, só pra tu não vires me perturbar no sono". Só não cuspo na cara, porque com o rosto de alguém não se faz nada.
Sem inspiração, nem pra dormir. Medo de adormecer e acordar mais perturbada no outro dia. Cada vez minha cabeça se convence que estar longe é o melhor, cada vez mais meu coração se desconvence. "Pára de fazer bobagem infeliz, isso só vai te fazer mal! Se bem que eu não sou nada tua, então que tu te fodas".
Eu vou conseguir. Tu que estás lendo não acredita, mas eu vou conseguir. Conseguir o que? Entender-me.
Tantas onomatopéias na minha caixola - "tum tum tum tum", "muá", "pfffff" - cada uma me afastando, cada vez mais da amizade e da cumplicidade. Não quero e não vou mais tê-las, mas elas continuam - "tum tum tum tum", "muá", "pfffff".
Quando eu me entender, me organizar e me ter por completo de novo, essas palavras não farão sentido e eu vou rir de tanta baboseira.
Ainda juro de pé junto: isso não é obsessão.
Queria chegar na aula com um sorriso verdadeiro no rosto todos os dias. Não aguento mais fingir que não me importo, sendo que isso anda me enlouquecendo. Queria chegar, correr para os braços de alguém que me desse uma amizade, uma cumplicidade. Não quero mão boba, muito menos sexo. Quero carinho.
Que rufem os tambores! Vou contar um segredo: meu coração ainda pula, meus olhos ainda brilham. Pula de raiva, brilha com lágrimas. "Sai daqui infeliz, não te quero mais! Mas vamos ficar bem um com o outro, só pra tu não vires me perturbar no sono". Só não cuspo na cara, porque com o rosto de alguém não se faz nada.
Sem inspiração, nem pra dormir. Medo de adormecer e acordar mais perturbada no outro dia. Cada vez minha cabeça se convence que estar longe é o melhor, cada vez mais meu coração se desconvence. "Pára de fazer bobagem infeliz, isso só vai te fazer mal! Se bem que eu não sou nada tua, então que tu te fodas".
Eu vou conseguir. Tu que estás lendo não acredita, mas eu vou conseguir. Conseguir o que? Entender-me.
Tantas onomatopéias na minha caixola - "tum tum tum tum", "muá", "pfffff" - cada uma me afastando, cada vez mais da amizade e da cumplicidade. Não quero e não vou mais tê-las, mas elas continuam - "tum tum tum tum", "muá", "pfffff".
Quando eu me entender, me organizar e me ter por completo de novo, essas palavras não farão sentido e eu vou rir de tanta baboseira.
Ainda juro de pé junto: isso não é obsessão.
Três anos depois, aqui estou eu: RINDO! (:
...
domingo, 3 de abril de 2011
Hoje é domingo, pé de cachimbo: "O que eu acho?"
Sou um pouco hipócrita ao escrever tudo isso, já critiquei, critico e criticarei os outros, mas nunca deixei de tentar ver o que se passou na cabeça de alguém. Peço para que tentem me ler, literalmente. Concordar? Não, o mundo seria muito chato com todos tendo a mesma opinião.
O tempo, ou a falta de tempo, abstraiu a capacidade do ser humano de compreender o outro, de respirar, de contar até três, de ver aquilo além de qualquer aparência. Todos se perderam em um mundo de conceitos, preconceitos, cor, raça, orientação sexual, sexo, peso em quilogramas, dinheiro.
Vivemos em um mundo cheio de gente intolerante, arrogante. Uns se acham mais cultos e inteligentes que outros por lerem Tolstoi, Dostoievski ou Bukowski. Outros chamam de cultura reality shows. Há quem chame de fútil aquele que goste de gastar dinheiro, como também há aqueles que chamam de pedantes aqueles que ligam para casa de pessoas arrecadando dinheiro para alguma instituição.
Eu sou quieta mesmo. Gosto de ouvir, observar, conhecer as pessoas com quem estou lidando. Sinto-me com super poderes, entendo mentes, gestos, olhares como poucos. Infelizmente, tudo tem seu preço. Enxergo o ser humano como ninguém, mas quem me enxerga? Peço que tentem me ler, figurativamente.
terça-feira, 1 de março de 2011
Cansei.
Cansei. Homem tem que abrir porta, puxar cadeira, chamar o garçom, pagar a conta. Homem tem que ser gentil, carinhoso e cuidar da mulher como se cuida a porcelana. Homem tem que respeitar a mulher, amá-la. Já a mulher tem que se amar, respeitar o próprio corpo, a própria personalidade e conhecer seus limites. Sou machista? Talvez. Sou antiquada, conservadora? Com certeza.
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